quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Alerta do Banco Mundial

Escalada do preço dos alimentos gera mais 44 milhões de pobres

O Banco Mundial alertou hoje que a escalada nos preços dos produtos alimentares atiraram mais 44 milhões de pessoas para uma situação de “pobreza extrema”. Os preços mundiais estão a evoluir para níveis perigosos e ameaçam dezenas de milhões de pessoas em todo o mundo”, afirmou o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick.

A organização considera que uma pessoa vive em situação de “pobreza extrema” quando tem menos de 1,25 dólares (0,93 euros) por dia para as suas despesas.





Comentários
1.      O preço dos alimentos
Há 7 anos atrás a culpa da fome no mundo era o baixo preço dos alimentos: e eis que surgiu todo o discurso de soberania alimentar. Hoje serão os altos preços dos alimentos? Na verdade são as elevadas margens de lucro dos intermediários (lembremos que, depois das farmacêuticas, as empresas de alimentos são as maiores do mundo) e a instabilidade dos preços agrícolas que serão sempre instáveis na ausência de políticas públicas para estabilizá-los.

2.      Os biocombustíveis

O estragar comida para fazer gasóleo, na trágica ideia dos biocombustíveis, é mais um crime contra a humanidade.

3.      O capitalismo selvagem
E uma tragédia, a noticia. Por que é que o capitalismo selvagem é responsável por isto? Primeiro, porque o aumento de preços dos produtos e consequência de uma mercado especulativo que joga com a comida dos seres humanos como objecto de investimento especulativo (capitalismo selvagem).
15.02.2011 – Adaptado do Público (J.M. Rocha)



TG

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O Tempo Egípcio


Sirius, uma das mais importantes estrelas da antiga astronomia egípcia

A minha crónica semanal no jornal i, esta semana dedicada a um outro Egipto ...


É uma mera curiosidade histórica; nestes tempos conturbados em que o planeta está mergulhado, repare-se na ironia de assistirmos em directo às fragilidades sociais, económicas e políticas de grandes potências com um passado clássico a quem a nossa cultura tanto deve: Grécia e Egipto. Seguir-se-ão os colossos dos Descobrimentos e do Renascimento? Divagações! Como bem reconhecida é a herança grega, falemos do Egipto e da sua astronomia. Para além da ligação da posição das grandes pirâmides com o mapa celestial nocturno, os egípcios tinham um interesse particular por uma estrela que se tornou divindade: Sirius. Majestosa, azul real fascinante, era ansiosamente esperada de manhã; se aparecesse pouco antes do nascer do Sol, trazia um aviso: o rio da vitalidade, o Nilo, inundaria os campos. Para além de Sirius, procuravam também outras 36 estrelas igualmente distanciadas no espaço e que, de dez em dez dias, nasceriam igualmente pouco antes do Sol - seriam as estrelas decanas e aí residiria a base para o ano egípcio (36X10=360) que, mais tarde e melhorado, chegou até nós. Sabiam, também, que o céu parecia rodar à nossa volta e, assim, as decanas deveriam nascer em intervalos regulares na escuridão da noite. Estimavam que nasceriam 12 decanas durante a noite, o mesmo número durante o dia, uma por cada hora. Surge então a duração de um dia: 24 horas. Temos, assim, a glória da astronomia egípcia em cada batimento do nosso moderno Tempo!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Cultura, Língua e Comunicação-Reflexão


Que o Homem teve sempre necessidade de comunicar, porque, só assim consegue viver, é verdade. Mas, a evolução dos meios de comunicação, também ela tem sido muito rápida. Se verificarmos, desde que os computadores apareceram depois da segunda Guerra Mundial, como os próprios telemóveis, eles, não têm parado de evoluir, se até aqui, era impossível transportá-los devido ao seu tamanho, hoje, se for preciso até os levamos no nosso próprio bolso.Que, realmente nos têm ajudado nas tarefas do nosso dia-a-dia, é um facto, parece que nem sabemos viver sem eles. Compreendo, que a evolução das tecnologias têm contribuído muito para a vida do Homem e a Internet, veio facilitar ainda mais a sua comunicação.
No entanto, como estamos a falar de línguas e comunicações, pelas pesquisas que fui fazendo ao longo deste trabalho deparei-me com duas situações: o uso da linguagem transformada em símbolos, que espero que seja só por uma questão de rapidez e de economia, como, uma quantidade de palavras em inglês (chat, online, email, etc.), que cada vez mais, fazem parte do nosso vocabulário e que sem querer estamos a adoptar para a nossa língua. Estando a caminharmos para um mundo cada vez mais global, e com o aparecimento da Internet, que nos permite estar em contacto em qualquer parte do mundo, será que, a tendência irá ser para uma língua só e universal para que todos a entendam e se possam comunicar? E neste caso o inglês? Ou não?

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Impactos da globalização

 

A globalização afecta todas as áreas da sociedade, principalmente A comunicação, o comércio internacional e a, liberdade de movimentação, com diferentes graus de intensidade dependendo do nível de desenvolvimento e integração das nações ao redor do planeta.
Uma das características mais notáveis da globalização é a presença de marcas mundiais.
MP

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

O uso das TIC nos meios de transporte


STC
Um exemplo da sofisticada tecnologia presente no nosso dia-a-dia é o controlo de tráfego aéreo, que seria impossível gerir sem ajuda da tecnologia e das comunicações. Os aviões estão sempre controlados através de complexos radares, em conjunto com os operadores de controlo, que atrás de complexos sistemas informáticos “guiam” os aviões para as pistas correctas. Também os comboios e metro, são controlados pelas TIC.

O impacto do 25 de Abril de 1974 na Escola

CP

Na década de setenta a situação do país agravou-se. O povo estava insatisfeito. Aconteceu então a revolução dos "cravos", em 25 de Abril de 1974.
Foi uma época de grandes modificações na sociedade portuguesa, começou a viver-se em democracia, mais modernidade, mais direitos, mais liberdade, e, consequentemente uma grande mudança na escola. Esta foi considerada como um "elemento fundamental para a formação dos cidadãos da nova sociedade democrática.
As preocupações dos responsáveis pela política educativa foram as seguintes:
Alterar os conteúdos programáticos, que estavam profundamente marcados pela ideologia do regime do Estado Novo;
"A democratização da escola passará por medidas que beneficiem as camadas desfavorecidas da população, pela recuperação do pessoal humano que tinha sido afastado pelo anterior regime e pela intervenção de todos na política educativa".
 A escola não deveria ter como função principal, apenas a transmissão de saberes organizados e previamente estabelecidos. Mas devia encorajar os alunos a serem participantes e activos na sua formação. Uma das funções da escola, devia ser ajudar o aluno a tornar-se crítico, criativo e a trabalhar em grupo.
É desejo do primeiro Governo Provisório "democratizar a escola, mas de forma que funcione com eficiência, garantindo a qualidade da educação, ensino, pesquisa, científica e criação cultural".
Foram elaborados novos programas para o Ensino Primário e, pela primeira vez desde a 1ª República, os programas visam o desenvolvimento harmonioso da criança na sua plenitude, tendo-se achado importante a introdução do lúdico em crianças desta idade. A maior parte dos procedimentos eram apresentados como jogos, mas como meio de atingir um fim.
Depois do 25 de Abril, os professores do ensino primário, que se dedicavam ao ensino da aritmética, leitura, escrita e doutrina cristã, viram as suas funções profundamente alteradas. Tornaram-se animadores culturais, alfabetizadores de adultos e agentes de desenvolvimento comunitário.
A partir desta altura, a criança passa a ser encarada como alguém que tem características, necessidades próprias e direitos, enquanto ser humano.

A primeira chamada feita de um telemóvel

 

CLC

A primeira chamada foi feita no dia 3 de Abril de 1973 em Manhattan. Muitos nova-iorquinos pararam boquiabertos ao verem um indivíduo a falar ao telemóvel na rua. Este acontecimento acabou por mudar a vida de milhões de pessoas em todo o mundo.

Nasceu em 1947, dentro da Bell laboratorios no departamento de pesquisa da AT&T, a única operadora norte-americana nessa altura, o conceito de comunicações móveis utilizando uma rede celular.
Mas só em 1960, a Bell Labs e a Motorola começaram a estudaram o conceito e procuraram pô-lo em prática.
O primeiro telemóvel surgiu em 1973, quando a Motorola lançou as bases da primeira geração de telemóveis, ao anunciar o DynaTAC Cellular Phone, que pesava 1089 gramas. Em 1975, é registada a patente do sistema de rádio-telefone de Martin Cooper para a empresa Motorola, sendo este considerado o pai do telemóvel.